www.snc-grupo.com
Vai encontrar um conjunto de serviços, notícias e informações muito abrangente, na área do imobiliário e não só, a que pode aceder de uma forma muito simples...
A Só No Campo, Lda. está agora a desenvolver e a aumentar um investimento relativamente avultado que fez
Assim, damos-lhe agora a possibilidade de adquirir uma ou mais dessas propriedades por valores extremamente convidativos.
Aqui tem diversas hipóteses de escolha:
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Proposta |
Propriedade |
Valores comerciais |
Valores propostos |
% de |
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nº |
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(€) |
(€) |
desconto |
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1 |
Apartamento T3 de luxo em Santarém (centro) |
170.000 |
125.000 |
26,47 |
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2 |
Terreno |
50.500 |
35.000 |
30,69 |
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3 |
Terreno |
54.000 |
37.000 |
31,48 |
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4 |
Terreno em Juncal - Santarém |
53.500 |
35.000 |
34,58 |
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5 |
2 Terrenos |
42.000 |
28.000 |
33,33 |
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6 |
Terreno em Chã de Cima - Alcanena |
26.000 |
17.000 |
34,62 |
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7 |
Casa rústica em Carvoeira - Santarém |
42.500 |
32.000 |
24,71 |
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8 |
Terreno em Achete - Santarém |
27.500 |
19.000 |
30,91 |
(Temos mais soluções que lhe poderemos apresentar posteriormente)
Se o seu investimento total for superior a 100 000 EUR, assumiremos fazer ainda uma redução de preço adicional de 5%.
Comprometemo-nos (por escrito), caso o pretenda, a manter os imóveis à venda pelo seu valor comercial, recebendo nós no acto da venda, pela mediação, uma comissão de 3%+IVA. Claro que poderá optar por manter o seu investimento e vendê-lo mais tarde ainda mais valorizado.
Se tiver algum amigo ou conhecido que esteja interessado em investir connosco, terá também o seu próprio rendimento por isso.
Aguardo então o seu contacto pelos telefones 243 304 360 ou 919 830 897, por fax. 243 304 369 ou por e-mail fmendes@sonocampo.pt.
Mantemos, obviamente, as nossas outras habituais formas de fazer o seu investimento, incluindo a com rendimento fixo, seguro e garantido de 10% ao ano.
A empresa Só No Campo – Promoção e Investimentos Imobiliários, Lda. e as outras duas empresas do mesmo grupo, Viva O Campo – Mediação Imobiliária, Lda. e Valor Estável – Gestão e Manutenção de Imóveis, Lda., estão desde o início de Junho a destinar 1% das suas vendas a Instituições de Solidariedade Social (ISS), o que pretendem continuar a fazer por tempo indeterminado. As instituições a privilegiar são as de menores recursos e as que não tenham outros apoios.
Apesar do cenário de crise em que vivemos, no mundo, em Portugal e em particular no sector imobiliário,
Os valores em causa não são ainda muito significativos, no entanto,
As empresas que desde já queiram ser pioneiras neste movimento que se prevê que venha a ter uma dimensão bastante abrangente, bem como as ISS que pretendam vir a ser beneficiadas com esta iniciativa, deverão contactar por telefone 243 304 360 ou 919 830 897, por fax 243 304 369, por e-mail fmendes@sonocampo.pt ou por correio para Rua Padre José Poças Ribeiro, 35 – R/C Esqº - 2005-334 SANTARÉM.
Oiça todas as quintas-feiras às 8.30 da manhã na Rádio Pernes as Crónicas de Francisco Mendes. Sintonize em 101.7 FM ou em 105.5 FM ou ainda pela Internet em www.radiopernes.pt.
Está em fase de análise o Plano Estratégico de Habitação 2008/2013, cujas apostas passam por favorecer a reabilitação urbana e o arrendamento deixando um pouco mais de parte a compra de casa e a construção nova. Como talvez ainda se lembrem, e nem de propósito, este foi um assunto de que aqui falei convosco há umas semanas.
Pretende-se fazer isto dando benefícios fiscais e outros incentivos.
Está previsto que este plano seja aprovado ainda este ano, o que talvez já se reflicta no Orçamento de Estado para 2009.
Quer-se que as deduções das rendas no IRS passem a ser maiores
e pretende-se dar incentivos aos proprietários para que estes queiram arrendar as casas que tenham disponíveis e assim aumentar a oferta de imóveis para arrendamento.
Estima-se que estejam vagas em Portugal meio milhão de casas e que haja 40 mil famílias à procura de habitação.
Refere-se no Portal da Habitação que “o aumento do acesso à propriedade da casa e a diminuição – ou pelo menos a estabilização – do mercado de arrendamento foi um traço comum na generalidade dos países europeus até aos finais do século XX”.
Diz-se ainda mais à frente: “Também em Portugal o acesso à propriedade da habitação se tornou dominante e os alojamentos ocupados pelo proprietário em 1981 representavam 57% dos alojamentos de residência habitual, enquanto em 2001 o valor ascendia a 76%. Inversamente, os alojamentos de residência habitual ocupados por arrendatários perderam peso (39% em 1981 face a 21% em 2001)”.
De acordo com a equipa que elaborou o estudo, “o crescimento do parque habitacional e do mercado de habitação em Portugal nos anos 90 encontra explicação nas dinâmicas observadas quer ao nível da procura – aumento do rendimento das famílias, descida das taxas de juro na UE, melhoria substancial das condições de crédito para aquisição de habitação potenciadas pelos apoios e incentivos fiscais do Estado, inércia do mercado de arrendamento – quer ao nível da oferta – crescimento do número de empresas de construção e de imobiliárias, concentração e entrada de empresas estrangeiras, aumento substancial do número de fogos construídos”.
E relativamente ao papel do Estado, consta do estudo que este “reforça as funções de planeamento, regulação, fiscalização, monitorização e avaliação, reorganizando o seu papel de parceiro fundamental – com as autarquias, as organizações sociais, as cooperativas, os privados – para a execução das medidas de política, clarificando papéis e relações, e também expectativas e responsabilidades. Mas propõe-se que, no campo específico das políticas habitacionais, o Estado passe progressivamente de um agente provisor directo, para um Estado subsidiário e regulador”.
Está tudo muito bem, mas como é que se vai conseguir mudar este estado de coisas se os Tribunais continuam a demorar anos para resolver mesmo as situações mais simples e ganhas à partida, como são as acções de despejo por falta de pagamentos das rendas de forma continuada? Quem é que, mesmo agora, com a nova lei de arrendamento que é de facto muito mais equilibrada, quer ser senhorio arriscando a ficar com a casa ou as casas ocupadas e sem qualquer rendimento na mesma? Parece ser preferível ter os imóveis vazios mesmo podendo vir a ter de pagar o dobro do IMI anualmente.
Se este problema se resolver, penso que o mercado poderá funcionar de uma forma equilibrada, como se pretende. As famílias em geral, poderão voltar a optar mais por arrendar em vez de comprar, e as vendas de novos e de usados recuperados continuarão a verificar-se porque os futuros senhorios, a quem prefiro chamar investidores, irão comprar imóveis para arrendamento, novos também, mas sobretudo recuperados ou para recuperar.
A construção civil também não ficará pior por isso pois esses mesmos investidores precisarão de quem recupere as imensas casas degradadas que temos por esse país fora.
E surgirá ainda, ou desenvolver-se-á porque já existe, um negócio que poderá interessar bastante aos profissionais competentes e conhecedores do ramo, que é a gestão e manutenção de imóveis para rendimento. Já lá vai o tempo do velho senhorio que governava os seus proveitos, com a ajuda do bloquinho de apontamentos, tipo livro de merceeiro. Quem é que hoje quer por si próprio fazer a selecção de inquilinos credíveis, que tenham intenção de pagar as rendas, exigir garantias ou fazer a optimização da ocupação dos diferentes imóveis?
Fiquem bem. Uma boa semana e até quinta-feira.
VENDA DE IMÓVEIS POR PROPOSTAS
Bens a vender:
1 – Prédio urbano composto por moinho antigo e terreno com a área de
2 – Fracção autónoma, T3 de luxo, a estrear, garagem e arrecadação, em Santarém (centro histórico). Valor base: 150 000 €.
3 – Prédios rústicos (2) para construção de 1 ou 2 moradias, com a área total de
4 – Prédio rústico para construção de moradia, com
(a) As propostas de compra devem ser recebidas até ao dia 2/Junho/2008 inclusive na R. Pe. José P. Ribeiro, 35 - Lj Esqª – 2005-334 SANTARÉM.
(b) As propostas serão apresentadas em carta fechada, por correio ou entregues em mão.
(c) As propostas serão abertas no dia 3/Junho/2008 às 12h00 no local acima indicado e poderão estar presentes os proponentes e outros interessados.
(d) Os Contratos Promessa de Compra e Venda serão nesse dia marcados e comunicada a sua data aos futuros compradores. O sinal será de 30% do valor da venda e a escritura definitiva será marcada para data não posterior a 31/Julho/2008.
(e) Os imóveis serão mostrados mediante marcação e serão dadas mais informações a quem as solicitar.
Tel. 243 304 362 * Fax. 243 304 369
Oiça todas as quintas-feiras às 8.30 da manhã na Rádio Pernes as Crónicas de Francisco Mendes. Sintonize em 101.7 FM ou em 105.5 FM ou ainda pela Internet em www.radiopernes.pt.
Crónica de 2008.Abr.10
Num dado serviço administrativo do Reino do Atraso, estavam empregados quatro funciuonários que se chamavam "Toda-a-Gente", "Alguém", "Qualquer-Um" e "Ninguém".
Havia um trabalho muito importante para ser feito e “Toda-a-Gente” tinha a certeza de que “Alguém” o faria. “Qualquer Um” podia fazê-lo, mas nem “Ninguém” o fez! “Alguém” zangou-se, porque era um trabalho para “Toda-a-Gente”, mas “Toda-a-Gente” pensou que “Qualquer-Um” podia tê-lo feito. Contudo, “Ninguém” constatou que não o faria “Toda-a-Gente”.
No fim e expirado o prazo, “Toda-a-Gente” culpou “Alguém” quando “Ninguém” fez o que “Qualquer-Um” podia ter feito!
Foi assim que foi admitido o “Deixa-Andar”, um novo funcionário, para evitar todos esses problemas…
Já há bastante tempo que não saía do tema Imobiliário nestas crónicas, mas hoje não resisti a contar-lhes esta história, que até talvez já conheçam, e apesar dela exigir alguma atenção para não a vendo escrita não se tornar confusa. Mas espero que dela possamos tirar ensinamentos interessantes.
Nos últimos 30 anos todos nós portugueses, obviamente com honrosas excepções, temos tido como principais e quase exclusivas preocupações a defesa dos nossos próprios direitos, pelo menos dos que julgamos ter, não nos preocupando minimamente se com a realização desses supostos direitos estamos ou não a lesar e impossibilitar o exercício dos direitos dos outros. E deveres? Isso têm os outros perante nós – é o que pensamos sempre…
Estou a ser duro é verdade, talvez injusto relativamente a alguns de nós nesta apreciação negativa, mas acho que temos de chamar a atenção para este feitio que adoptámos e que é em muito responsável pelo estado calamitoso a que o nosso país chegou.
Se muitas empresas fecharam no
É o célebre “laisser faire, laisser
Mas depois vêm as crises, como esta malandra que nos tem acompanhado nos últimos já largos anos, e aí as coisas começam a mudar um pouco: continuamos a achar-nos os mais injustiçados, os únicos não culpados deste estado de coisas, claro que não merecíamos tantas dificuldades e perder regalias, mas acabamos por mais cedo ou mais tarde já reflectir melhor e concluir que não podemos exigir mais, que a corda já não pode continuar a esticar, que talvez tenhamos de voltar a ser responsáveis e a assumir as responsabilidades que afinal sempre tivemos.
Ou será que não, que nunca vamos ter consciência disso?!
Até quinta-feira e fiquem bem …
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Crónica de 2008.Fev.07
Hoje vou aqui fazer a quinquagésima crónica em semanas consecutivas e neste horário.
Talvez esse seja um bom motivo para lhes dizer que é com muito gosto que faço parte da equipa de colaboradores da Rádio Pernes e muito em particular da do programa Viva a Manhã brilhantemente aqui conduzido todos os dias pelo meu amigo Paulo de Carvalho.
Deixando agora as lamechices, vou
Os titulares do Cartão do Cidadão podem agora
Ou seja, podem, a partir da sua casa ou escritório e sem se terem de deslocar a qualquer serviço para o fazer, dar poderes a alguém para os representar.
Estas procurações são obtidas via Internet e têm o mesmo valor legal que o documento tradicional em papel que se faz, ou pelo menos se reconhece, nos notários.
Esta medida é mais uma que vem simplificar a vida dos cidadãos mas só é aplicável, pelo menos para já, para as situações que não exijam escritura pública.
Depois de requerido via Internet, os poderes representativos são enviados ao utilizador
Este serviço vai assim servir, entre outros fins, para procurações forenses, que são as que se
O tempo necessário para se tratar de uma procuração destas, pelo menos por quem já esteja familiarizado com o sistema, ronda os 5 minutos mas mais importante que este tempo ser curto é o poder-se fazer no estrangeiro ou na mais isolada das terrinhas portuguesas sem necessidade de deslocações ou de correio.
Uma destas procurações, e só no mês
Assim, para além de os magistrados, juristas e o Governo já terem validado previamente este projecto, agora também há já jurisprudência de primeira instância em que um juiz aceitou uma procuração electrónica. Foi a primeira vez que isto aconteceu
O portal Procuração na Hora foi lançado pelo mandatário judicial (advogado) Januário Lourenço, em conjunto com uma empresa de tecnologias da Justiça com sede em Inglaterra.
Neste momento existem apenas sete países no mundo com o chamado Digital ID, ou seja, o documento de identificação tipo bilhete de identidade que contenham assinatura electrónica necessária para a realização de actos jurídicos à distância, por intermédio de um computador, sem necessidade de deslocação aos organismos públicos.
No entanto, o nosso Cartão de Cidadão, esse tal novo documento de identificação que vem substituir o bilhete de identidade, o cartão de contribuinte, etc., e que permite entre muitas outras coisas, de que aqui já falei sobre algumas, tratar destas procurações on line, não está ainda disponível em todo o país. Para já só se pode tratar deste modernismo em 85 balcões situados nos Açores, Portalegre, Évora e Bragança e está previsto que Beja seja o próximo distrito com postos de atendimento para emissão do Cartão de Cidadão.
De qualquer forma, os restantes distritos do país, a Madeira e os consulados portugueses no estrangeiro disponibilizarão o novo documento de identificação até Julho de 2008.
Quinta-feira vou voltar. Uma boa semana.
Oiça todas as quintas-feiras às 8.30 da manhã na Rádio Pernes as Crónicas de Francisco Mendes. Sintonize em 101.7 FM ou em 105.5 FM ou ainda pela Internet em www.radiopernes.pt.
Crónica de 08.Novembro:
Hoje vou aqui falar sobre o Novo Regime de Arrendamento Urbano (NRAU) que entrou em vigor no dia 28 de Junho de 2006, e cujo objectivo era tornar os arrendamentos mais justos, o que passava, na grande maioria dos casos, por aumentar as rendas. Também se pretendia com as alterações introduzidas simplificar as coisas, os procedimentos, o que, como aqui temos falado imensas vezes, tem sido um dos objectivos deste Governo com o badalado programa Simplex.
Só que neste caso parece que as coisas na prática não estão a atingir nem de perto os objectivos - os dados disponíveis indicam que as rendas actualizadas até agora não chegam a 200.
Só em Janeiro deste ano é que ficaram criadas todas as condições impostas pela lei para que o NRAU pudesse funcionar.
Também só agora é que as diversas entidades envolvidas estão a fazer um primeiro balanço da aplicação da lei. E é claro que o Governo faz um balanço muito positivo da coisa e os restantes envolvidos concordam que há bons sinais nas alterações mas alertam para que os efeitos estão ainda muito aquém das expectativas que foram criadas.
Os dados sobre a aplicação do NRAU no caso das rendas antigas indicam que, no âmbito do portal da habitação, a estrutura informática criada pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana as rendas actualizadas não chegam a 200, como referi atrás. Os pedidos de vistoria para verificação do coeficiente de conservação dos locais arrendados foram cerca de quatro mil, mas só cerca de mil e duzentos foram apurados e os pedidos de avaliação fiscal são cerca de 3500.
Estes números estão muito longe dos 20 mil processos que se esperava estarem resolvidos neste primeiro ano.
Claro que há explicações dadas pelo Governo para estes números incipientes: Não se muda uma situação que esteve estagnada mais de 60 anos de repente; o processo é gradual; querem-se evitar despejos. Dizem também que os números são baixos porque há rendas que estão a ser actualizadas à margem do NRAU.
O secretário de Estado Eduardo Cabrita está mesmo confiante que o arrendamento está a voltar a aparecer como alternativa. Diz ele que também os incentivos dados à reabilitação no Orçamento de Estado para 2008 para isso irão contribuir. Esperemos que venha a ser assim memo.
Também há outros factores que vão contribuir para que o Secretário de Estado tenha razão e que não dependem dos bons ou dos maus ofícios do Governo: a procura continua a ser superior à oferta e a subida das taxas de juro está a ajudar muita gente a ver o arrendamento como uma opção à compra.
Os proprietários actuais é que ainda têm muita resistência em arrendar as casas que têm vazias e os investidores ainda não vêem com muito bons olhos a hipótese de comprar para arrendar. Quem não os compreende ?!
Os despejos por falta de pagamento são mais rápidos mas ainda não o suficiente para que haja confiança neste mercado – passaram dos habituais 4 anos para 2, mas 2 ainda é muito tempo para quem viva, ou também viva, destes rendimentos.
Também não tem resultado bem o objectivo que havia de com esta lei se contribuir para a diminuição do número de casas degradadas. É que acabam por só pedir actualização de renda os senhorios que têm a casa
Por outro lado, os inquilinos não fazem o pedido de verificação do Coeficiente de Conservação porque em muitas casos seriam despejados das casas onde habitam porque a degradação é tal e as obras seriam de tal vulto, que muitas vezes só resta a hipótese da demolição.
Mas vamos ter esperança que também neste campo as coisas vão seguindo o caminho certo ainda que devagarinho, para que possamos ter pela primeira vez na vida de grande parte de nós, um mercado de arrendamento saudável a funcionar bem e com vantagens para todos os intervenientes, sejam eles senhorios, arrendatários, investidores ou profissionais do imobiliário.
Até quinta-feira e uma boa semana.